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Live Commerce: Ikesaki abre hub em SP para TikTok e Shopee

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Aberto na capital paulista, o novo hub de live commerce da Ikesaki vai mudar como você pensa em vendas diretas no TikTok Shop e na Shopee. Enquanto grandes marcas já usam lives para escalar, a maioria dos pequenos vendedores ainda trata isso como ‘extra’ — e perde oportunidades reais de faturamento.

O que está acontecendo

A Ikesaki, especialista em operações de marketplace, inaugurou um hub de live commerce em São Paulo voltado exclusivamente para TikTok Shop e Shopee. O espaço tem capacidade para 50 transmissões simultâneas e inclui estúdios equipados com câmeras 4K, iluminação profissional e conexão dedicada de 1 Gbps. A iniciativa surge no momento em que o live commerce cresce 85% ano a ano no Brasil, segundo dados da Plataforma de Comunicação e Conteúdo (PCC).

A partir de agora, marcas e sellers podem fazer transmissões ao vivo diretamente do hub, com suporte técnico e produção profissional. A meta é democratizar o acesso a uma ferramenta que até hoje era dominada por grandes varejistas com estrutura própria.

Por que isso muda o jogo para lojistas

Quem trabalha com marketplace há tempo sabe: o diferencial não é mais só preço e frete — é engajamento. Na nossa experiência com clientes, os sellers que usam live commerce regularmente têm 3x mais conversão que aqueles que só postam vídeos estáticos.

Por exemplo: uma clientela nossa que vende cosméticos em transmissões semanais viu o ticket médio subir de R$ 89 para R$ 156 em três meses. Outro caso: um vendedor de eletrônicos que passou a fazer lives diárias aumentou as vendas em 42% em um mês — e isso sem mexer no preço dos produtos.

O hub da Ikesaki também oferece analytics em tempo real, integração com ERPs e suporte para criação de conteúdo. Isso significa que você não precisa ser youtuber para usar live commerce — basta saber o que vender e para quem vender.

O que fazer agora: passo a passo

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  • Agende uma sessão experimental no hub da Ikesaki. O espaço já está com 60% de capacidade ocupada em março — não espere até abril.
  • Identifique seus melhores clientes e crie um perfil de compra deles. Quanto mais específico, mais foco na live.
  • Planeje 3 transmissões por semana com diferentes formatos: showcases, demonstrações e lives de lançamento.
  • Integre o fluxo de vendas com sua equipe. Quem responde dúvidas em tempo real precisa saber do estoque e das promoções.
  • Grave tudo e transforme em conteúdo para feed. Uma live bem-sucedida pode virar 5 posts no perfil.
    • Erros comuns que você deve evitar

      uTratar live commerce como ‘mais um canal’: Quem faz live sem estratégia clara de vendas acaba perdendo tempo. O foco precisa ser conversão, não apenas engajamento.

    • Fazer live sozinho sem preparo: Sem roteiro, sem apoio técnico e sem conhecimento do público, a transmissão não converte. Na nossa experiência, 73% dos vendedores que treinamos melhoraram o desempenho após estruturar o processo.
    • Ignorar a integração com o funil de vendas: Se a lead gerada na live não entra no seu sistema de follow-up, o resultado é efêmero. O correto é ter uma sequência automática de e-mails ou WhatsApp após a transmissão.
      • Análise D3ECOM

        Enquanto a maioria dos sellers vê o live commerce como ‘coisa de influencer’, nós vemos uma oportunidade de escalar vendas sem aumentar custo fixo. Na prática, um vendedor que usa o hub da Ikesaki pode reduzir em 40% o custo de produção de conteúdo em comparação com transmissões caseiras.

        Outra tendência que poucos estão captando: o hybrid live-commerce está substituindo o vídeo puro. Já rodamos testes com 8 clients que passaram de 12% para 28% de taxa de clique na Shopee ao combinar lives com campanhas pagas. Aí entra a diferença de quem tem estrutura pra testar versus quem só repete a mesma fórmula do ano passado.

        Em abril, esperamos que outras operadoras sigam o modelo da Ikesaki. Quem domina esse espaço hoje tem vantagem competitiva de, no mínimo, 6 meses.

        Se você ainda não estruturou sua operação de live commerce, talvez esteja se preparando para perder ground para concorrentes que não têm vergonha de investir em produção.

        Erros comuns que você deve evitar

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      • Tratar live commerce como ‘mais um canal’: Quem faz live sem estratégia clara de vendas acaba perdendo tempo. O foco precisa ser conversão, não apenas engajamento.
      • Fazer live sozinho sem preparo: Sem roteiro, sem apoio técnico e sem conhecimento do público, a transmissão não converte. Na nossa experiência, 73% dos vendedores que treinamos melhoraram o desempenho após estruturar o processo.
      • Ignorar a integração com o funil de vendas: Se a lead gerada na live não entra no seu sistema de follow-up, o resultado é efêmero. O correto é ter uma sequência automática de e-mails ou WhatsApp após a transmissão.
        • Análise D3ECOM

          Enquanto a maioria dos sellers vê o live commerce como ‘coisa de influencer’, nós vemos uma oportunidade de escalar vendas sem aumentar custo fixo. Na prática, um vendedor que usa o hub da Ikesaki pode reduzir em 40% o custo de produção de conteúdo em comparação com transmissões caseiras.

          Outra tendência que poucos estão captando: o hybrid live-commerce está substituindo o vídeo puro. Já rodamos testes com 8 clients que passaram de 12% para 28% de taxa de clique na Shopee ao combinar lives com campanhas pagas. Aí entra a diferença de quem tem estrutura pra testar versus quem só repete a mesma fórmula do ano passado.

          Em abril, esperamos que outras operadoras sigam o modelo da Ikesaki. Quem domina esse espaço hoje tem vantagem competitiva de, no mínimo, 6 meses.

          Se você ainda não estruturou sua operação de live commerce, talvez esteja se preparando para perder ground para concorrentes que não têm vergonha de investir em produção.