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Mercado Livre vê avanço no setor de medicamentos com aval da Anvisa para vendas online

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📰 Fonte: MobileTime

O Mercado Livre (Android, iOS) acredita que a abertura de mercado de vendas de medicamentos para as empresas online-to-offline (O2O, na sigla em inglês) “privilegia a livre concorrência e representa um avanço para a modernização do setor de saúde e para a democratização do acesso a medicamentos no Brasil”.

Na última segunda-feira, 10, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recuou da medida preventiva que impedia a comercialização de medicamentos por meio de marketplaces e deliveries.

A decisão foi baseada em uma alteração na lei de Controle Sanitário do Comércio de Drogas, Medicamentos, Insumos Farmacêuticos e Correlatos (5.991/1973) sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin em março deste ano. A mudança no texto deixou ineficaz a medida preventiva, pois abre o espaço para a venda via canais digitais.

Em resposta para Mobile Time nesta terça-feira, 11, a companhia afirmou que atualmente tem uma operação piloto de venda direta (first-parte ou 1P, no original em inglês) de remédios em São Paulo. Ou seja, a operação é controlada diretamente pelo Mercado Livre e sem apoio de farmácias externas.

Mas, o marketplace acredita que modelo de venda indireta (third party – 3P, em inglês) de marketplace de farmácias trará “um avanço significativo para ampliar o acesso a medicamentos para consumidores em todo o país”, inclusive em regiões com menor cobertura de estabelecimentos físicos.

A empresa afirmou ainda que seguirá com o projeto em São Paulo para aprender e evoluir com este modelo e que acompanha os movimentos de legislação e da Anvisa para expandi-lo ao 3P.

Esta publicação ainda pediu o posicionamento para as outras empresas que receberam o aval do regulador. O Rappi (Android, iOS) respondeu que a decisão da Anvisa é um passo positivo, que traz maior segurança jurídica para o setor e atualiza o marco regulatório diante da evolução das novas tecnologias.

Por sua vez, a Americanas (Android, iOS) informou que “não comercializa medicamentos em suas plataformas” atualmente. Mas reiterou que “segue atenta às decisões da Anvisa e dos demais órgãos reguladores relacionados à venda de produtos em seus canais de venda”.

Na sexta-feira, 7, a Shopee (Android, iOS) afirmou que a venda de medicamentos por meio de sua plataforma “será permitida exclusivamente por farmácias e drogarias devidamente licenciadas”. Este e-commerce foi o primeiro O2O a receber a aprovação do regulador na semana passada.

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As ilustrações das matérias são produzidas por Mobile Time com IA

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