O Pix consolida-se como a forma de pagamento mais dominante no Brasil, com projeções indicando que será utilizado em 46% das lojas físicas até 2030. Esta evolução representa um crescimento significativo em relação aos 20% atuais, segundo levantamento recente da consultoria especializada em tecnologia payments. A rapidez, acessibilidade e a integração com diferentes canais de compra são fatores-chave para essa predominância. Além disso, a flexibilidade do Pix para transações em pequenos valores tem transformado o comportamento do consumidor brasileiro, que passa a valorizar a praticidade acima de benefícios tradicionais de cartões de crédito.
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O que aconteceu
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A pesquisa, realizada com 5.000 estabelecimentos comerciais em diferentes regiões do país, revela que o Pix já representa 35% de todos os pagamentos realizados em lojas físicas, superando cartões de crédito e dinheiro. O estudo também aponta que 78% dos varejistas entrevistados já possuem ou estão em processo de instalação de máquinas de cartão compatíveis com a cobrança instantânea. A adoção do Pix não se limita ao varejo tradicional – mercados populares, feiras e pequenos comércios estão entre os mais cedo aos adopters.
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A Bankrate Brazil, instituição responsável pelo levantamento, destaca que a maturidade do sistema Pix, lançado em 2020, combinada com a baixa taxa de juros e a integração com aplicativos de pagamento, criou um ecossistema favorável à sua expansão. “O Pix não é apenas uma ferramenta de pagamento, mas uma revolução no modo como as pessoas compram e venderem no Brasil