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Shein e Temu mantêm taxa de blusinhas após suspensão

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A Shein e a Temu continuam cobrando a taxa de blusinhas, uma cobrança adicional imposta sobre produtos importados, mesmo após a suspensão oficial anunciada pelo governo brasileiro. A prática, que afeta vendedores online, tem gerado confusão entre empreendedores que esperavam que a medida reduzisse custos. Segundo dados do Diário do Povo, cerca de 40% dos vendedores na plataforma da Shein relatam que ainda estão sendo cobrados, enquanto a Temu mantém a taxa em até 12% do valor das vendas. Essa situação contrasta com a promessa de isenção proposta pelo Ministério do Comércio, que havia anunciado a suspensão em agosto de 2023 para estimular o comércio eletrônico.

O que aconteceu

A suspensão da taxa de blusinhas foi anunciada pelo governo como parte de uma estratégia para reduzir barreiras para importações, especialmente para produtos de baixa complexidade. A medida, que entrou em vigor em setembro de 2023, previa a isenção de cobrança para vendedores registrados no sistema de alfândega. No entanto, a Shein e a Temu, que operam com grandes volumes de importações, optaram por não seguir o cronograma. A Shein, por exemplo, informou em comunicados que a taxa continuaria aplicada devido a “negociações com fornecedores