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Tipos de inteligência artificial: quais são, como funcionam e exemplos

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📰 Fonte: Nuvemshop Blog

Os tipos de inteligência artificial (IA) podem ser classificados de duas formas: por sua capacidade (o quanto ela consegue fazer) ou por sua funcionalidade (o que ela faz e como processa as informações).

Afinal, nem toda inteligência artificial é igual. De um lado estão as IAs que já fazem parte da rotina, como assistentes de voz e sistemas de recomendação. De outro, modelos ainda teóricos, que superariam a inteligência humana, mas que ainda não existem na prática.

A maior parte das ferramentas de IA que usamos hoje pertence aos tipos mais simples. Ainda assim, conhecer essas diferenças a fundo é essencial para enxergar o potencial da inteligência artificial no e-commerce e aproveitar melhor o que já está ao seu alcance.

Pensando nisso, preparamos este guia completo com tudo o que você precisa saber sobre os tipos de inteligência artificial: o que são, como funcionam, diferenças, casos de uso e principais ferramentas. Confira!

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A classificação por recursos classifica a IA pela sua capacidade, ou seja, pelo quanto ela consegue fazer. Aqui, temos três tipos de inteligência artificial: a IA estreita, a IA geral e a superinteligência.

A IA estreita, também chamada de IA fraca ou ANI (do inglês Artificial Narrow Intelligence), é treinada para executar uma tarefa específica, muitas vezes com mais rapidez e precisão que uma pessoa. É o único tipo de inteligência artificial que realmente existe hoje.

Toda IA que você já usou se encaixa aqui: assistentes de voz, filtros de spam, sistemas de recomendação e até o ChatGPT. Por mais avançadas que pareçam, essas ferramentas não conseguem atuar fora daquilo para que foram criadas.

A IA geral, ou IA forte, também conhecida como AGI (Artificial General Intelligence), seria capaz de aprender e executar qualquer tarefa intelectual que um ser humano realiza, se adaptando a contextos diferentes sem precisar ser treinada para cada um.

Na teoria, ela cruzaria informações de áreas distintas e resolveria problemas novos por conta própria. No entanto, vale lembrar que esse tipo de IA ainda não existe, e os especialistas consideram que estamos longe de alcançá-la, já que exige muito mais do que uma grande base de dados.

A superinteligência, ou ASI (Artificial Superintelligence), é um estágio hipotético em que a IA superaria a inteligência humana em praticamente todos os aspectos, incluindo criatividade e capacidade de decisão.

Esse é o tipo mais avançado que se imagina para a IA, mas, assim como a IA geral, ela existe apenas no campo das ideias e em discussões sobre o futuro da tecnologia com inteligência artificial.

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A classificação por funcionalidades separa a IA pela forma como ela processa informações e lida com a memória. Nesse caso, existem quatro tipos de inteligência artificial: máquinas reativas, memória limitada, teoria da mente e IA autoconsciente.

As máquinas reativas são a forma mais básica de IA. Elas reagem ao que recebem no momento, sem guardar memória de situações anteriores nem aprender com elas. Cada resposta parte apenas dos dados disponíveis ali.

A IA de memória limitada consegue usar dados recentes para tomar decisões, melhorando conforme recebe mais informações. É o tipo de inteligência artificial por trás da maioria das aplicações atuais, como assistentes virtuais (Alexa, Siri) e ferramentas de IA generativa (ChatGPT, Gemini, Claude).

A diferença para as máquinas reativas é justamente essa capacidade de aproveitar o histórico, ainda que por um período limitado.

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